O meio são as Massa-gens

O meio são as Massa-gens - McLuhan

Em estética concretista, o livro "O Meio são as Massa-gens", escrito pelo filósofo e educador canadense Marshall McLuhan, em parceria com o ilustrador Quentin Fiori, possibilita uma reflexão sobre as relações entre a percepção e o(s) meio(s) que habitamos e transitamos.

Na década de 1960, McLuhan já comentava sobre a "Aldeia Global", referindo a possibilidade de se intercomunicar diretamente com qualquer pessoa,  o impacto sensorial sobre as diferentes possibilidades de interpretação das mensagens por conta dos distintos meios - o que se compara hoje com as relações que estabelecemos em rede, inclusive como os meios "massageiam" as mensagens que recebemos, entre tantos outros conceitos que estão muito presentes em nosso tempo atual.

"Todos os meios são prolongamentos de alguma faculdade humana, psíquica ou física. A roda é um prolongamento do pé. O livro, um prolongamento do olho. A roupa um prolongamento da pele. O circuito elétrico, um prolongamento do sistema nervoso central.

Os meios, ao modificarem o ambiente, suscitam percepções sensoriais de proporções únicas. O prolongamento de qualquer dos nossos sentidos modifica nosso modo de pensar e de agir – nossa maneira de perceber o mundo. E quando essas proporções mudam, os homens mudam."

(Marshall McLuhan)

Fragmentos do livro, acompanhando a estética original:


Fazer download da amostra do livro (PDF)

"É obrigação do futuro ser perigoso"
(Marshall McLuhan)
O meio são as Massa-gens O meio são as Massa-gens Revisado by Bruno BC em 11:15:00 Avaliação: 5
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