Educação para Carl Rogers

Carl Rogers

Para Carl Rogers, a tarefa de professor é liberar o caminho para que o estudante tenha a possa escolher o que deseja aprender, seguindo sua curiosidade, e aceite as consequências disso, entre limites seguros.

A maior responsabilidade dos professores seria promover variados recursos, livros, material de desenho, tudo enfim. Deste modo teríamos alunos responsáveis e estimulados a aprender, pessoas que tomariam passos interessantes e muito interessantes para eles, levando a novos caminhos de aprendizagem.

O principal seria a criação de um clima psicológico envolvendo certas condições e criando recursos para o aprendizado, para facilitar o processo que se seguiria.

Na escola, na indústria, na área militar, tudo está construído para que não se acredite em ninguém, na lógica de "supervisione-os, teste-os, examine-os". Não temos um meio de calcular a perda que isso acarreta, porque os estudantes perdem a sua curiosidade.

Uma criança de 5 anos vai para a escola estourando de curiosidades. Ela não consegue aprender tão rápido quanto deseja, quer saber sobre tudo, mas depois de 2 anos na escola isso foi achatado, e quando chega ao 2° grau estudar já não interessa, ela não quer ir a escola.

Desviamos as crianças do aprendizado criativo, e isso tem relação com a rigidez. Há professores que passam para os alunos que aprender não pode ser gostoso, tem de ser chato, maçante e passo a passo lógico, enquanto que o aprendizado verdadeiro é sempre divertido, sempre excitante.

As ideias do norte-americano Carl Rogers para a educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas.




"A única coisa que se aprende e realmente faz diferença no comportamento da pessoa que aprende é a descoberta de si mesma."
(Carl Rogers)
Educação para Carl Rogers Educação para Carl Rogers Revisado by Trilhando Autonomia em 18:54:00 Avaliação: 5
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